De longe! De muito longe!
Dizia um grande historiador chamado Eduardo Galeano que “a história é como um profeta que tem os pés no presente, os olhos voltados para traz, e contra o que foi, prediz o que virá”, ou seja, a história pode até prever os fatos e no caso do Brasil, aí está a grande comprovação da veracidade dessa afirmação, pois até nosso descobrimento já começou de forma errada ao atribuir a Pedro Álvares Cabral um achado milagroso e miraculoso quando “descobriu” a Terra de Santa Cruz. A palavra descobriu entre aspas faz menção à mentira oficial que se conta de geração à geração sobre nosso glorioso descobrimento, é sabido desde aquelas épocas que nossos primeiros visitantes foram os espanhóis Sebastião Orellana e Vicente Yanes Pinzon e que a corte portuguesa enviou para cá um diplomata que trazia a bordo de sua nau uma pedra cravada com a cruz de Malta, símbolo máximo da soberania D’El Rey de Portugal. Nosso povoamento, então… Sem comentários. Nossa primeira elite formou-se de que tipo de gente? Os degredados de Portugal! Latrocidas, maníacos sexuais, alcoólatras, prostitutas, homossexuais, assassinos, etc., etc.. Gente boa e honrada. Os objetivos da Coroa Portuguesa: explorar, explorar, explorar… Com a mentalidade introduzida aqui, como se poderia esperar que vingasse alguma coisa de positivo. Até hoje pagamos por esses erros cometidos no passado e eles estão aí para nos mostrar, dia-a-dia, toda a farsa chamada Brasil e a sociedade brasileira.
Para justificar meu desabafo, vou citar apenas alguns dos principais problemas dessa terra maravilhosa que o Grande Arquiteto de Universo nos deu e que estamos desgraçando e destruindo paulatinamente.
Jackeline Santos
Curitiba, novembro de 1999 Continuar lendo De onde vêm os problemas que assolam nosso país?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro da Previdência Amir Lando foram denunciados por improbidade administrativa pelo Ministério Público Federal no Distrito Federal. Eles são acusados de enviar 10,6 milhões de cartas aos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em 2004, com conteúdo propagandístico e destoante do interesse público.