Moro propõe agência de combate à pobreza e corte nacional anticorrupção

Não precisa de agência de combate à pobreza e nem de corte de combate à corrupção, bastando apenas cumprir a lei como está na lei, despejando a banda podre da suprema casa de horrores e tolerância jurídica tupiniquim, acabando com o foro privilegiado e tratando político corrupto como criminoso comum e parando de sustentar vagabundos que podem trabalhar, mas vivem pendurados em benesses estatais pagas pelo contribuinte que sustenta esta Republiqueta Bananeira. Leia aqui

De mudança para Podemos, deputado diz que vacina contra Covid é experimental | O Antagonista

Que as vacinas contra Covid são experimentais até às renas de Papai Noel sabem. As vacinas de RNAm (Pfizer, Jansen, Astrazêneca, Moderna) não tem nenhum resultado de exame de farmacogenética concluído e publicado.

Não adianta políticos, magistrados e cientistas vacinomaníacos de araque comprados e corrompidos pela indústria farmacêutica terem ataque histérico porque não tem como falsear a verdade e a realidade. Leia aqui

🔴 URGENTE – STF pode LIMITAR Operações da Polícia no Brasil

A banda podre da suprema casa de horrores e tolerância à serviço da criminalidade.

Uma operação “tolerância zero” contra a criminalidade deve começar colocando na cadeia políticos corruptos, magistrados corrompidos e criminosos ricos que corrompem políticos e magistrados e depois partir para cima dos demais criminosos sem dó ou qualquer tipo de piedade. Lei do Talião para criminosos que reagem à lei.

Direitos humanos para humanos direitos. Para criminoso o túmulo! O contribuinte não tem de sustentar gente inútil.

https://youtu.be/RS6LQFdJqX8

Ernesto Caruso: “não vai dar certo”

“Candidatos e políticos de várias grandezas, separados ou misturados, não se pronunciam contra a existência de presos políticos, por emitirem opiniões contra atos de ministros de STF em particular, sobre o ‘inquérito do fim do mundo’, nas palavras do então ministro Marco Aurélio, com roupagem de fake news ou atos antidemocráticos, em flagrante desrespeito à Constituição de 1988, quando se refere à liberdade de expressão. Um alijamento da questão desaparelhamento do Estado.”